sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Notícias

Proteção às Florestas

No último dia 17 de Junho, comemoramos o Dia da Proteção das Florestas. Uma data para lembrar que precisamos conservá-las para garantir um futuro para as próximas gerações. 

As florestas são fundamentais para a vida na Terra. Elas nos protegem de climas extremos, e sem elas, não há água e a produção de alimentos ficaria comprometida, tornando a vida cada vez mais difícil. 


Originalmente nesta data era comemorado o dia do Curupira, um personagem do folclore brasileiro conhecido por pregar peças naqueles que destroem a floresta. Mas, infelizmente, o personagem vive apenas nos contos infantis e a floresta não consegue se defender sozinha. Por isso, é nossa responsabilidade preservar este importante patrimônio do Brasil.

Faça sua parte, não jogue lixo nas ruas e nos rios, evite queimadas e o corte de árvores desnecessários. Compartilhe sua atitude #SalveAsFlorestas #DesmatamentoZero.

Preservar as florestas não é apenas uma opção, mas uma necessidade.

A natureza agradece e retribui com sua fauna e flora exuberante, veja as maravilhas da nossa Floresta Amazônica:



 









Mutirão Ecológico em Santa Cruz do Sul




Mutirão Ecológico em Porto Alegre




10 Cidades com projetos "verdes" inspiradores

A busca pela qualidade de vida nas cidades passa pela criação de espaços urbanos mais sustentáveis. Dessa cruzada, saem exemplos inspiradores, como os dessas 10 cidades, que trazem soluções diferenciadas para desafios tão comuns às grandes metrópoles, como a poluição, a gestão do lixo, o desperdício de energia e o caos dos transportes. Elas foram reconhecidas pelo prêmio Leadership Awards, concedido Grupo de Cidades Líderes pelo Clima (C-40) e a Siemens.


São Francisco, EUA

Gestão de lixo

São Francisco venceu na categoria Gestão de Resíduos, graças ao seu bem-sucedido Programa Desperdício Zero, que tem a meta ambiciosa de reaproveitar tudo o que no lixo é reciclável, até 2020. Para atingir esse objetivo, a cidade atua em três frentes, abordando desafios legais, administrativos e sociais.



Nova York, Estados Unidos
Resiliência e adaptação


Nova York é um exemplo de adaptação e resiliência. Depois de ser atingida pelo furacão Sandy em 2013, a cidade apresentou este ano um plano para aumentar sua resistência contra eventos climáticos severos. São iniciativas que vão proteger ainda mais o litoral, bem como fortalecer os edifícios da cidade e todos os sistemas vitais que sustentam seu funcionamento, como as redes de energia e de telecomunicações, sistemas de transporte, saúde, água e suprimentos alimentares. A capacidade de criar um plano tão abrangente - e, em seguida, botá-lo em prática – faz de Nova York um exemplo para outras grandes metrópoles.



Bogotá, Colômbia
TransMilenio + E-táxis

Bogotá é o vencedor da categoria transporte urbano por seu mundialmente famoso sistema de BRTs, o TransMilenio, e seu programa mais novato de táxis elétricos, o E-táxis. Apesar das restrições de financiamento e uma população em rápido crescimento, esta megacidade assumiu o desafio de melhorar a sua infraestrutura de transporte público.

Hoje, o TransMilenio transporta cerca de 1,5 milhão de passageiros por dia em uma rede de 87 quilômetros. A cidade também começou a testar ônibus elétricos e híbridos em algumas rotas, no ano passado. Para complementar estas iniciativas, uma frota de 50 táxis elétricos começou a operar na capital em agosto, como parte de um projeto piloto.





Munique, Alemanha
100% de energia limpa

Munique é o vencedor da categoria de Energia Verde. Em cooperação com a empresa de serviços públicos da cidade Stadtwerke München (SWM), Munique quer, até 2025, produzir eletricidade limpa suficiente em suas próprias usinas para atender às necessidades de todo o município. Isso tornaria a capital da Baviera a primeira cidade do mundo com mais de um milhão de habitantes inteiramente abastecida por energia renovável.

Segundo as previsões atuais, mais de 80 por cento da eletricidade local será gerada por parques eólicos até 2015. Munique já introduziu muitas iniciativas verdes ao longo das últimas décadas, o que lhe confere um papel pioneiro na redução de emissões de CO2.





Melbourne, Austrália
Edifícios sustentáveis

A melhor cidade do mundo para se viver não poderia estar de fora desta lista. Melbourne é premiada por seu programa de edificação sustentável, que traz abordagens inovadoras para mitigar o impacto ambiental dos prédios comerciais. Com incentivos financeiros, o governo local estimula proprietários e gestores de edifícios a reduzir a geração de lixo enviado aos aterros e a aumentar a eficiência no consumo de energia e de água.

Melbourne também lançou recentemente um programa on-line nacional projetado para ajudar os proprietários de apartamentos a economizar dinheiro e melhorar a eficiência energética de áreas comuns. A cidade demonstrou um alto nível de liderança em reconhecer os desafios do setor através da criação do primeiro mecanismo de assistência financeira, que permite a expansão ampla e bem-sucedida do programa.





Singapura
Transporte Inteligente

Apesar de ter uma população urbana crescente e espaço físico limitado, Singapura é uma das cidades menos congestionadas do mundo. Não por acaso, o sistema de transporte inteligente de Cingapura é o vencedor da categoria de infraestrutura. Para atender a essas demandas, a cidade tem maximizado a capacidade de sua rede rodoviária, usando ferramentas políticas e tecnológicas.

A cidade é extremamente bem servida de transporte coletivo, que controla a oferta de ônibus e metrô conforme a demanda. Outros elementos incluem um sistema de monitoramento que alerta os motoristas para os acidentes de trânsito em estradas principais, e um sistema de GPS, instalado em táxis da cidade, que monitora e informa sobre as condições de tráfego. Todas as informações são geradas a partir do Centro de Operações da cidade, que consolida os dados e fornece informações de trânsito em tempo real para o público.





Cidade do México, México
Programa de qualidade do ar 

O vencedor na categoria qualidade do ar é uma cidade que tem enfrentado este desafio por décadas. Em 1992, a Organização das Nações Unidas considerou a Cidade do México a mais poluída do planeta. Graças a uma série de planos abrangentes – parte da iniciativa Proar - ao longo das duas últimas décadas, a cidade tem registrado reduções no nível de poluição e fumaça.

Como parte do seu programa, a cidade investe no sistema BRT, metrô e no programa de compartilhamento de bicicletas Ecobici. Não há nenhuma solução rápida quando se trata de qualidade do ar, mas a Cidade do México mostrou que os anos de determinação e uma abordagem abrangente podem fazer uma enorme diferença.





Copenhague, Dinamarca
Rumo ao carbono neutro

Em 2025, Copenhague pretende tornar-se a primeira capital carbono neutra do mundo. Para atingir essa meta ousada, a Câmara Municipal da cidade aprovou um vasto conjunto de iniciativas que devem levar à redução do nível atual de emissões, de cerca de 2,5 milhões de toneladas, para menos de 1,2 milhões de toneladas em menos de duas décadas.

O plano tem quatro frentes de trabalho: consumo de energia, produção de energia, mobilidade e administração da cidade. Considerada um paraíso mundial para os ciclistas, o que Copenhague ensina é que a chave para o sucesso é uma estreita cooperação entre governo, empresas, instituições de conhecimento e cidadãos.





Rio de Janeiro, Brasil
Comunidade sustentável

Única cidade brasileira a figurar na lista, o Rio de Janeiro se destaca pelo projeto Morar Carioca, vencedor da categoria Comunidades Sustentáveis . O projeto investe na urbanização de favelas da cidade até 2020. Segundo o Censo do Brasil 2010, estima-se que 22 por cento da população do Rio de Janeiro vive em assentamentos informais.

O projeto, diz o júri, terá um impacto direto sobre o meio ambiente, a saúde e o bem-estar de mais de 200 mil habitantes. O objetivo é manter as pessoas dentro de suas próprias comunidades, somente mudando as áreas atualmente sob ocupação de alto risco de deslizamentos de terra. Desde 2009, cerca de 20.000 famílias foram realocadas, e o objetivo é reassentar todos os que vivem sob condições de risco em 2016.



Tóquio, Japão
Sistema cap-and-trade

Em abril de 2010, Tóquio se tornou a primeira cidade do mundo a aderir ao sistema de cap-and-trade, exigindo reduções de CO2 de grandes edifícios comerciais, públicos e industriais, através de medidas de eficiência energética ou participação no esquema de comércio de emissões.

Por sair na frente, Tóquio é exemplo na categoria de Finanças e Desenvolvimento Econômico. O esforço rendeu frutos e, atualmente, o projeto já engloba 1.100 instalações, que juntas reduziram suas emissões em 13% na cidade, evitando a liberação de 7 milhões de toneladas de CO2 para a atmosfera.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

NASA atesta participação do homem no aquecimento global

Estudo apontou que as ações humanas – e não a variação da radiação solar – são a principal fonte dos gases causadores do efeito estufa

Emissões de gases efeito estufa
Emissões: estudo liderado pelo cientista climático da James Hansen refuta a tese de que é a radiação solar a responsável pelo aquecimento global

São Paulo - O homem tem, sim, culpa no fenômeno do aquecimento global. Pelo menos essa é a conclusão do estudo Earth’s energy imbalance and implications (O desequilíbrio energético da Terra e suas implicações, em português), liderado pelo cientista climático James Hansen, diretor do Instituto Goddard de Estudos Espaciais da NASA (GISS) e um dos pioneiros no estudo das mudanças climáticas nos EUA.

Publicada no jornal científico Atmospheric Chemistry and Physics (ACP), a pesquisa analisou o balanço energético do planeta - isto é, a quantidade de energia solar absorvida pela Terra e o montante devolvido ao espaço em forma de calor. A conclusão foi de que, apesar da incidência de radiação solar ter diminuído drasticamente entre os anos de 2005 e 2010 - foi a mais longa mínima de radiação solar registrada na história, desde que medições desse tipo começaram a ser feitas -, o desequilíbrio energético do planeta continua positivo. Isto é, a Terra continua a absorver mais energia do que manda de volta para o espaço e, portanto, continua esquentando.

De acordo com o estudo, nos seis anos analisados, cada metro quadrado do planeta absorveu 0,58 watts de energia a mais do que deveria. O número representa mais do que o dobro da quantidade de energia fornecida à Terra pelo Sol nesse período, que foi de 0,25 watts por metro quadrado. Ou seja, atualmente, a radiação solar não é a principal fonte dos gases causadores do efeito estufa, como afirmam os cientistas que defendem que o aquecimento global é um fenômeno 100% natural. Segundo a pesquisa liderada por Hansen, as ações do homem são as culpadas pelo aquecimento em excesso do planeta.
A solução? Para reestabelecer o equilíbrio energético da Terra, de acordo com os cálculos feitos pela equipe de Hansen, os níveis de dióxido de carbono do planeta - que atualmente estão em mais de 390 partes por milhão (ppm) - deveriam cair para cerca de 350 ppm.





Certificado Verde

Casas e edifícios são certificados como "verdes"

Editora Globo

Nossa casa está cheia de exemplos de desperdício. Aquela pia que você deixa aberta por muito tempo, o tempão de chuveiro elétrico ligado e lâmpadas acesas à toa. Multiplique isso por 100 apartamentos ou escritórios e você vai ter ideia de como o cuidado com essas coisas pode fazer uma diferença na conta – na do fim do mês e na do planeta. Menos mal saber que no Brasil estão construindo cada vez mais casas e edifícios sustentáveis, pensados para minimizar esses problemas. O número de obras que estão entrando nessa onda verde triplicou entre 2011 e 2010, segundo números do GBC (Green Building Council), ONG que incentiva a iniciativa. 

O principal instrumento da empresa para estimular a safra de prédios verdes é a certificação Leed (Leadership in Energy and Environmental Design). Quando a solicita, o responsável pela obra recebe uma espécie de consultoria para que seu projeto seja eco-friendly. “Acompanhamos a elaboração do projeto, o início da execução e da operação. Ajudamos desde a escolha do local, para pensar em como evitar que as pessoas dependam tanto de carro, por exemplo”, diz Marcos Casado, gerente técnico do GBC Brasil. 


A certificação só é emitida depois que o edifício começa a operar e os consultores constatam que ele cumpre alguns critérios de sustentabilidade, como eficiência no uso de energia, de água e de materiais, controle de qualidade do ar, entre outros. Alguns requisitos são obrigatórios, outros, opcionais. O cumprimento de cada um gera pontos, que vão sendo somados. Com 40, o espaço ganha a certificação básica. Cem pontos dão direto à máxima, platinum. 


O movimento ainda está começando: hoje há somente 44 edifícios com o selo no país. O número vai aumentar rapidamente, no entanto, porque só agora, cinco anos depois da chegada da GBC por aqui, é que as obras estão ficando prontas. No total, existem 474 delas em processo de certificação. A cada ano, entra mais gente na fila. Em 2007, primeiro ano da ONG no Brasil, apenas 40 empreendimentos pediram registro. Em 2011, foram 197 – quase 5 vezes mais. 


“O principal mercado para construções verdes, atualmente, é o de edifícios comerciais, que responde por 43% dos certificados no Brasil. Eles estão mais acostumados a fazer a conta no final do mês”, diz Casado, lembrando que é possível certificar vários espaços, como casas, lojas, escritórios e até estádios – 10 dos 12 que vão sediar a Copa de 2014 são candidatos ao selo do LEED. 


“O mercado está se engajando na busca de soluções novas, porque o custo benefício é enorme”, diz Casado. O custo, mais precisamente, é de US$ 3,4 mil para quem quer a certificação para uma obra de até 4,6 mil metros quadrados. Quem vai vender ou alugar um móvel com a certificação, tem cobrado de 10% a 20% a mais que a média. Mesmo assim, não faltam clientes, porque no fim do ano a economia compensa. O consumo de energia é cerca de 30% menor, o de água, metade, e a geração de lixo diminui em até 80%. No total, a operação fica 9% mais barata, em média. E todo mundo sai ganhando: quem constrói o imóvel e quem o ocupa – além do planeta lá fora.



segunda-feira, 23 de julho de 2012

Soluções Energéticas Alternativas e Criativas

O setor de energia renovável ainda sonha com a geração de eletricidade isenta de CO2 para todos. Além das soluções de energia renovável convencionais, existem algumas ideias alternativas inovadoras e criativas. Confira abaixo algumas delas:

Energia eólica: Pipas gigantes


 / Créditos: Nature Technology Systems

A empresa alemã Nature Technology Systems (NTS) desenvolve sistemas de energia eólica anticonvencionais. Em vez de torres e turbinas, eles utilizam pipas gigantes voando a uma altitude de 500 metros. Comparadas aos geradores convencionais de energia eólica, a altura e as velocidades maiores do vento geram maior produção de energia, diz a empresa.

As pipas voam automaticamente em círculos e são presas a um veículo sobre trilhos que, por sua vez, aciona um gerador elétrico à medida que é puxado. A tecnologia da NTS ainda está nos estágios iniciais de desenvolvimento e ainda existe incerteza sobre como exatamente a energia eólica será transformada para produzir energia. (Foto: Nature Technology Systems)

Bioenergia: Reatores de lixo orgânico 

 / Créditos: Sarah Ervinda Rudianto

Detritos orgânicos como matéria vegetal morta, esterco ou restos de cozinha podem ser transformados em um combustível gasoso: o biogás. Ele é produzido pela fermentação desses materiais degradáveis e pode ser utilizado para cozinhar, por exemplo, ou em um motor a gás, convertendo energia em eletricidade ou calor.

Sarah Ervinda Rudianto, uma estudante da Indonésia, desenvolveu um pequeno biorreator individual que converte lixo orgânico em biogás com ajuda da fermentação. Para iniciar o processo, o lixo é misturado com esterco bovino e água. Após duas semanas, começa a se formar o gás, que é usado para alimentar fornos de cozinha. Cozinhar usando biogás diminui a necessidade de derrubar árvores para obter lenha e, desse modo, reduz-se o desmatamento e o risco de deslizamentos de terra. (Foto: Sarah Ervinda Rudianto)

Carvão: alternativa orgânica 

 / Créditos: SunCoal Industries

O carvão ainda é a fonte número 1 de eletricidade do mundo – e também é a fonte número 1 de gases de efeito estufa. Uma alternativa é o carvão 'orgânico': pelotas feitas de restos de plantas, como grama, folhas e resíduos orgânicos. Esses ingredientes são compactados e desidratados a uma temperatura de 200 graus centígrados e sob pressão extrema. Um processo que levaria milhões de anos na natureza é realizado em um par de horas.

Em termos de carbono, o carvão orgânico é neutro, pois emite e libera tanto CO2 na atmosfera quanto a sua versão convencional. A desvantagem, porém, é que a produção de carvão orgânico faz intenso uso de energia: cerca de 20% do resultado final de energia é usado para a produção. (Foto: SunCoal Industries)

Energia solar: Garrafas plásticas iluminam favelas 

 / Créditos: via YouTube

O empreendedor social Illac Diaz utiliza pouco mais que garrafas plásticas descartadas, água e alvejante para iluminar as favelas das Filipinas. Aqui, os barracos são construídos tão juntos uns dos outros que as pessoas nas casas não recebem nenhuma luz, mesmo durante o dia. A solução inteligente: basta fazer um furo no teto da moradia, inserir uma garrafa plástica cheia de água e alvejante para evitar difusão, e a refração da luz solar transformará a garrafa em uma lâmpada natural.

Energia solar II: Aquecimento por folhas

 / Créditos: Dominick Reuter / MIT

Cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT) criaram um dispositivo artificial semelhante a uma folha que imita o processo de fotossíntese. A ideia de uma célula capaz de reproduzir a fotossíntese já tem dez anos, mas requer metais raros e dispendiosos que a tornavam pouco atraente para consumidores individuais. Porém, o seu modelo mais recente usa níquel e cobalto, alternativas acessíveis e que conseguem decompor o hidrogênio e o oxigênio dez vezes mais rápido que a natureza.

As folhas são do tamanho de cartas de baralho e podem gerar eletricidade para uso pessoal e doméstico. O protótipo pode produzir energia por 45 horas. A folha deverá ajudar moradias individuais a se tornarem autossuficientes e serem capazes de gerar sua própria energia. (Foto: Dominick Reuter / MIT)

Energia mecânica: Cargas virais

 / Créditos: Lawrence Berkeley National Laboratory

Que tal recarregar o seu telefone celular com a ajuda de vírus? Cientistas do Berkeley Lab fizeram esses pequenos vilões inoportunos coletarem energia mecânica e a transformarem em carga elétrica. Eles desenvolveram um gerador que coleta energia quando o usuário toca o dedo em um pequeno eletrodo. O eletrodo é revestido com vírus inócuos, especialmente desenvolvidos, que são capazes de converter a força do toque em eletricidade. A pressão no gerador pode gerar ¼ da voltagem de uma pilha AAA. "É preciso pesquisar mais, mas o nosso trabalho é um primeiro passo promissor rumo aos geradores de energia pessoais," assegura Seung-Wuk, membro do projeto Berkeley Lab, em uma publicação on-line do jornal de nanotecnologia da revista Nature. (Foto: Lawrence Berkeley National Laboratory)

Biocombustível: O poder das algas 

 / Créditos: Reuters

O agrônomo Marcelo De Coud mostra um tipo de alga usada para fazer biodiesel em uma fábrica de biocombustível no nordeste de Buenos Aires, Argentina. Os biocombustíveis convencionais talvez possam ser alternativas mais ecológicas aos combustíveis fósseis, mas também foram criticados por pressionar o suprimento mundial de alimentos, minando o meio de vida dos agricultores e contribuindo para o aquecimento global. Em vez disso, um punhado de empresas está criando biodiesel a partir de algas. Embora o combustível de algas ainda libere CO2 no ar quando queimado, cultivar as algas também irá retirar CO2 da atmosfera. As fazendas de algas podem usar terras não agriculturáveis, pois as algas crescem tanto em água salgada como em águas servidas, e são biodegradáveis. As algas necessitam de luz solar abundante e enzimas especiais adicionais para ativar sua capacidade de converter os açúcares da planta em etanol orgânico. (Foto: Reuters)

Fonte: Sustentabilidade Allianz. Disponível em: http://sustentabilidade.allianz.com.br/?1936/solucoes-energeticas-alternativas-criativas.