quinta-feira, 21 de junho de 2012

Desenvolvimento Sustentável

Revista conexão social




Boletim informativo da ONG No Stress Brasil







Sustentabilidade nas empresas

Companhias promovem ações para estimular consciência ambiental e reduzir o impacto de suas produções no meio ambiente; mercado brasileiro já é o segundo no ranking mundial de consumo sustentável. Sejam públicas ou privadas, grandes empresas brasileiras já encabeçam ações de sustentabilidade com reconhecimento internacional.

Desde a última década, a sustentabilidade faz parte da agenda das principais empresas brasileiras públicas e privadas.
Os gestores do País já entendem que a adoção de soluções sustentáveis e ecologicamente responsáveis são cruciais não apenas para melhorar a imagem de suas empresas, como também para aumentar a competitividade e rentabilidade dos negócios.
Não à toa que seis em cada dez empresas nacionais sentem que as mudanças climáticas já produzem impacto diário em sua cadeia produtiva. Os dados são de estudo sobre o tema conduzido pelo Instituto Ilos, especializado em logística empresarial. Ainda segundo esse levantamento, quase metade das empresas brasileiras já possui políticas específicas para o setor de sustentabilidade.
As empresas acreditam que dois em cada três clientes já exigem soluções mais verdes para os serviços que contratam ou produtos que consomem.
E o mercado para o setor no País ainda tem muito para crescer. Segundo pesquisa realizada pela revista National Geographic em 2010, que investigou hábitos de 17 mil consumidores em 17 países, o Brasil ocupa a segunda posição no ranking de consumo sustentável. Atrás apenas da Índia, o País apresenta bons índices no uso de materiais renováveis em suas construções e no emprego extensivo de biocombustíveis. 
Sejam públicas ou privadas, grandes empresas brasileiras já encabeçam ações de sustentabilidade com reconhecimento internacional, por meio de certificações específicas. 
                                            
Conheça abaixo algumas delas:
Petrobras
Integrante do Dow Jones Sustainability Index, índice de sustentabilidade utilizado como parâmetro para análise dos investidores social e ambientalmente responsáveis, a empresa brasileira foi escolhida pela European Foundation for Management Development para promover um projeto-piloto para capacitar executivos com foco na responsabilidade social.
A Petrobras elaborou um documento, batizado de Diretrizes da Sustentabilidade, que congrega e prioriza as ações da companhia nesse segmento. As principais ações se dão na área de proteção da biodiversidade, ecoeficiência das atividades e operações, controle de contingências e interface social, econômica e cultural das atividades de exploração e produção de óleo e gás na Amazônia. 
Paralelamente, a empresa desenvolve diversos projetos de inserção social, como a Rede de Reciclagem de Resíduos, que beneficiou diretamente cerca de 7,2 mil catadores de materiais recicláveis em cinco anos, por meio de 26 projetos desenvolvidos em nove estados. 
Banco do Brasil
O Banco firmou um compromisso junto ao Ministério do Meio Ambiente para a realização de ações sustentáveis em seus negócios, a Agenda 21. Esse documento norteia as atuações da empresa nessa área, caso, por exemplo, do Desenvolvimento Regional Sustentável (DRS), que oferece linhas de crédito a empresas que promovam a sustentabilidade em suas linhas de produção. Além disso, a Fundação Banco do Brasil desenvolve diversas ações sociais voltadas para o desenvolvimento sustentável e o cuidado ambiental, como a capacitação dos apicultores do Piauí.
Caixa Econômica Federal
A política ambiental da instituição faz parte do Projeto Corporativo de Responsabilidade Social, que desenvolve uma cultura organizacional de sustentabilidade e faz com que empregados, clientes, fornecedores e parceiros pratiquem ações sustentáveis, além de estimular o uso de materiais recicláveis nas agências. 
Vale
Uma das empresas líderes globais no setor de mineração, a Vale iniciou em 2010 a implantação do Sistema de Gestão Ambiental (SGA), protocolo baseado nas diretrizes do ISO 14001. O modelo fornece ferramentas para garantir a conformidade legal das atividades, produtos e serviços. 
A empresa também promove a recuperação de áreas degradadas e investe na pesquisa de novas tecnologias que permitem aprimorar os sistemas de controle ambiental, na gestão de resíduos e de produtos químicos. 
Furnas
Colabora para o Programa de Reaproveitamento de Óleo Vegetal do Estado do Rio de Janeiro (Prove), além de encabeçar o projeto Coleta Seletiva Solidária, que já promoveu a reciclagem de 310 toneladas de materiais gerados na sede da empresa, no Rio, e em suas unidades regionais. Os materiais são repassados a associações e cooperativas de catadores de lixo. 
Itaipu
Bicampeã do Ranking Benchmarking dos Detentores de Melhores Práticas de Sustentabilidade do País, a Itaipu possui uma série de ações voltadas ao setor, com destaque para o projeto Cultivando Água Boa, que reúne 22 associações de produtores agrícolas que investem em insumos orgânicos e obtêm renda ao praticar uma atividade que preserva o solo, sem aplicação de agrotóxicos. 
Braskem
Em parceria com a Plásticos Suzuki, a Braskem usa as sobras de sua produção industrial para a confecção de bancos, lixeiras e floreiras que já foram instalados em espaços públicos das cidades de Paulínia, em São Paulo, e Maceió, nas Alagoas.
Dow Química
Criadas em 1995, as metas de sustentabilidade da empresa do ramo químico foram superadas em 2005, ano em que a companhia lançou novos objetivos para o ano de 2015. Reduzir o uso de energia em 25%, diminuir as emissões de CO2 em 2,5% ao ano e descobrir ao menos três inovações que aumentem a consciência sustentável da empresa são algumas das metas do grupo. 
Natura
Além de realizar a venda de refis em sua linha de produtos, a empresa agrega suas ações sustentáveis na marca Ekos. Em associação com 19 comunidades rurais espalhadas pelo País, a Natura promove o manejo sustentável dos ativos envolvidos na produção dos artigos dessa linha. 
Desde 2005, a empresa estimula a substituição de matérias-primas de origem animal por aquelas provenientes de fontes renováveis. Além disso, todas as embalagens dos condicionadores e dos refis são feitas com o chamado Plástico Verde, que é 100% reciclável e emite menos carbono em sua confecção que seus congêneres tradicionais.  
Wallmart
A empresa de supermercados concentra suas ações nas áreas de sustentabilidade em três eixos: clima e energia, resíduos e produtos. O primeiro deles tenta reduzir em até 30% o consumo de energia dos pontos de venda; o segundo implementa estações para o tratamento e reciclagem de todo o lixo produzido pelas unidades de venda, bem como a redução no volume das embalagens. 
O último pilar da área sustentável do Wallmart procura estimular o uso de produtos com alta preocupação ambiental, além de reduzir em até 70% a presença de fosfato em detergentes e sabões em pó usados na limpeza da rede até o próximo ano e oferecer ao menos um produto orgânico para cada categoria de alimentos comercializada. 

Projetos

Projeto H2O Air















Projeto Recuperação Ambiental



















Dicas

Informativo do meio ambiente




Conferência Rio+20



A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, será realizada de 13 a 22 de junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro. A Rio+20 é assim conhecida porque marca os vinte anos de realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92) e deverá contribuir para definir a agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas.

A proposta brasileira de sediar a Rio+20 foi aprovada pela Assembléia-Geral das Nações Unidas, em sua 64ª Sessão, em 2009.

O objetivo da Conferência é a renovação do compromisso político com o desenvolvimento sustentável, por meio da avaliação do progresso e das lacunas na implementação das decisões adotadas pelas principais cúpulas sobre o assunto e do tratamento de temas novos e emergentes.

A Conferência terá dois temas principais:

-A economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza; 

-A estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável.

A Rio+20 será composta por três momentos. Nos primeiros dias, de 13 a 15 de junho, está prevista a III Reunião do Comitê Preparatório, no qual se reunirão representantes governamentais para negociações dos documentos a serem adotados na Conferência. Em seguida, entre 16 e 19 de junho, serão programados os Diálogos para o Desenvolvimento Sustentável. De 20 a 22 de junho, ocorrerá o Segmento de Alto Nível da Conferência, para o qual é esperada a presença de diversos Chefes de Estado e de Governo dos países-membros das Nações Unidas.

A Resolução 64/236 da Assembleia-Geral das Nações Unidas determinou a realização da Conferência, seu objetivo e seus temas, além de estabelecer a programação das reuniões do Comitê Preparatório (conhecidas como “PrepComs”). O Comitê vem realizando sessões anuais desde 2010, além de “reuniões intersessionais”, importantes para dar encaminhamento às negociações.

Além das “PrepComs”, diversos países têm realizado “encontros informais” para ampliar as oportunidades de discussão dos temas da Rio+20.

O processo preparatório é conduzido pelo Subsecretário-Geral da ONU para Assuntos Econômicos e Sociais e Secretário-Geral da Conferência, Embaixador Sha Zukang, da China. O Secretariado da Conferência conta ainda com dois Coordenadores-Executivos, a Senhora Elizabeth Thompson, ex-Ministra de Energia e Meio Ambiente de Barbados, e o Senhor Brice Lalonde, ex-Ministro do Meio Ambiente da França. Os preparativos são complementados pela Mesa Diretora da Rio+20, que se reúne com regularidade em Nova York e decide sobre questões relativas à organização do evento. Fazem parte da Mesa Diretora representantes dos cinco grupos regionais da ONU, com a co-presidência do Embaixador Kim Sook, da Coréia do Sul, e do Embaixador John Ashe, de Antígua e Barbuda. O Brasil, na qualidade de país-sede da Conferência, também está representado na Mesa Diretora.

Os Estados-membros, representantes da sociedade civil e organizações internacionais tiveram até o dia 1º de novembro para enviar ao Secretariado da Conferência propostas por escrito. A partir dessas contribuições, o Secretariado preparará um texto-base para a Rio+20, chamado “zero draft” (“minuta zero” em inglês), o qual será negociado em reuniões ao longo do primeiro semestre de 2012.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Momento Ecologia

Dia mundial do meio ambiente



Muitas vezes vemos as pessoas associando Meio Ambiente somente à florestas, preservação de animais em extinção, e na verdade é muito mais do que isso. É a nossa relação com este planeta que nos abriga. Suas ações e escolhas do dia-a-dia, seu estilo de vida, geram impactos globais.

Neste Dia Mundial do Meio Ambiente façamos-lhes um convite à uma reflexão, sobre o que é Meio Ambiente para você. Está tudo interligado, precisamos parar de olhar a questão ambiental como algo distante, que está LÁ na Amazônia, LÁ no Pantanal, como se LÁ, não impactasse o AQUI. Inclusive acredita-se que essa abordagem deve se iniciar nas iniciativas de educação ambiental, que precisam ser mais interdisciplinares e realistas, que incentivem a reflexão do impacto das nossas escolhas e atitudes para o planeta que vivemos, seja LÁ ou AQUI.

Faça a sua parte você também. Preserve o que é Nosso!

Instituto No Stress de Meio Ambiente
Uma atitude por mais simples que possa parecer faz diferença.


Revista: A turma do cerrado no festival do meio ambiente 







                                                                                                  
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Instituto No Stress de meio ambiente

História

Desde o início do Século XX já se vislumbrava uma certa preocupação com o meio ambiente, porém, tratava-se de receio pautado em motivos particulares. Foi na década de 90 que o meio ambiente mereceu destaque pelo acontecimento que chamou a atenção de todo o mundo, a Cúpula da Terra, também conhecida como ECO 92, realizada no Rio de Janeiro. Outros eventos também sensibilizaram os indivíduos sobre a importância de cuidar da natureza para que as futuras gerações pudessem gozar de seus recursos, como a Convenção de Viena, a Convenção das Nações Unidas, entre outros. O Brasil começava a se acordar para as necessidades de preservação ambiental.

Em 1996 o Sr. Carlos Eduardo Guedes, hoje atual presidente do Instituto No Stress e sócio fundador do mesmo, em um encontro informal com o procurador geral do estado de Santa Catarina - SC, deparou-se com uma grave infração ao meio ambiente, principalmente, porque era um caso de reconstituição inicial da restinga nativa das dunas da Praia do Rosa, em SC. Já envolvido nessa questão, o Sr. Carlos Eduardo foi procurado pelo procurador geral de SC para conhecer a Procuradoria, o Ministério Público e, portanto, os meios legais e jurídicos de constituir, não só de fato, mas de direito, uma organização não governamental capaz de denunciar atos como esse, entre outros, usando os aparatos do governo estadual disponíveis.

Nessa ocasião o Sr. Carlos Eduardo residia em SC, sendo assim o Instituto No Stress iniciou suas atividades dentro daquele estado. Em sua primeira ida à Procuradoria Geral da República, o Sr. Carlos Eduardo conheceu a Dra. Ana Lucia Hartamann e a bióloga Claudia dos Santos, ambas apresentadas na ocasião pelo procurador chefe.

A partir daí o Sr. Eduardo Guedes tramitou por todos os departamentos e órgão necessários para a constituição do Instituto No Stress, conforme estatuto de 1996. Nessa ocasião, a própria Dra. Ana Lucia Hartmann e a Claudia dos Santos participaram da montagem, da estruturação e criação do organograma inicial. As mesmas, por motivos (óbvios) de pertencerem a órgãos públicos, solicitaram a retirada de seus nomes do organograma e do estatuto nos momentos seguintes, para não haver colisão com seus cargos públicos. O procurador geral de SC foi transferido para Brasília - DF, e o Sr. Carlos Eduardo Guedes, por muitas vezes, convocou a bióloga Claudia dos Santos através de cartas enviadas a Procuradoria, para a Dra Ana Lucia Hartmann, solicitando a presença da mesma e da policia ambiental no intuito de embargar ou denunciar graves crimes ambientais praticados na época.

Esses crimes eram desde denuncias a riachos poluídos, sendo desaguados em áreas marítimas, aterros sanitários clandestinos, aterros de mangues, carregamentos de areias das dunas das praias que destruíam a restinga nativa em fase avançada de reconstituição, assim como a solicitação para embargos de obras que prejudicavam de forma desestruturada o meio ambiente.

Após 5 anos de atuação em SC e arredores, e também executando várias ações ambientais como mutirões de limpeza, ações de qualidade de vida, consumo sustentável, gincanas extra-culturais e educativas, plantios de árvores, aulas de educação ambiental, adoções de praças, canteiros, realização de palestras e atuações em projetos extremamente importantes como a obrigatoriedade da separação do lixo hospitalar ao lixo comum, entre vários outros projetos relacionados ao lixo, aos aterros sanitários, à instalação de lixeiras nas praias, principalmente naquelas onde os moradores (pescadores) eram mais carentes, e à água (como um dos recursos hídricos mais importantes desse planeta), a No Stress empresa (nos anos 2000) mudou-se para o estado do Rio Grande do Sul e o Sr. Carlos Eduardo convidou os novos membros do Conselho Deliberativo, na época todos gaúchos, que comporiam um novo estatuto com CNPJ gaúcho.

Em 2004 o Instituto No Stress torna-se uma OCIP (ORGANIZAÇÃO CIVIL de INTERESSE PÚBLICO), titulo concedido pelo Ministério da Justiça a instituições de credibilidade renomada. A partir daí, o organograma e todos os membros que compunham os conselhos (fiscais, deliberativo, consultivo e a própria diretoria executiva) se constitui com personalidades da comunidade gaúcha, onde os mesmos tiveram grande participação em projetos dos quais tivemos notoridade em suas respectivas execuções.

Desde então o Instituto No Stress vem realizando várias ações em segmentos diferenciados, desde a própria energia renovável até outros projetos de relevância fundamental para sobrevivência futura do ser humano. Da sua forma, e também utilizando a própria empresa No Stress, uma das formadoras do Instituto No Stress, esta consolidada marca desempenha forte campanha pela preservação do meio ambiente em todos os seus meios de comunicação, bem como as comunidades sociais trabalhadas pela marca NO Stress, com o mesmo intuito e apoiando as atitudes e demais atos praticados por este Instituto desde a sua inauguração.

Esta luta se dá pela necessidade de um planeta auto-sustentável, mais justo, mais limpo e com qualidade de vida, trabalhando a construção do conhecimento para a educação ambiental e realizando parcerias que viabilizem recursos para execução de projetos de preservação à natureza.

O Instituto No Stress tem em seus arquivos de quase 20 anos de existência, um dossiê com muitas ações e atitudes ambientais que podem comprovar o exposto acima, porém não sem demandar muitas páginas.

'Uma atitude por mais simples que possa parecer faz toda a diferença.'

Eduardo Guedes - Presidente do Instituto No Stress



Ações Inciais do Instituto No Stress - Garopaba - SC